What advice would you give to your teenage self?
Se eu pudesse sussurrar algo no ouvido daquela versão mais nova (e provavelmente descabelada) de mim, eu diria:
- Pare de economizar a sua alegria
Sabe aquela roupa “especial” que você está guardando ou aquela ideia que você tem medo de contar porque não parece “adulta” o suficiente? Use. Fale. Viva. Não trate a felicidade como um recurso escasso que precisa ser estocado para o futuro. O futuro é uma abstração; o agora é a única coisa real que você tem. - A opinião dos outros é um barulho, não uma bússola
Você passa horas tentando decifrar o que as pessoas pensam de você. A verdade libertadora? Elas não estão pensando em você. Elas estão ocupadas demais preocupadas com o que você está pensando delas. Quando você entende que todo mundo está apenas tentando não parecer ridículo, você ganha o superpoder de ser quem quiser. - Colecione “Nãos”
A gente tem um medo paralisante de falhar, mas o fracasso é apenas informação. Peça aquele aumento, convide aquela pessoa para sair, envie aquele projeto. O “não” você já tem; o objetivo é ver quantos você consegue colecionar até chegar no “sim” que vai mudar sua vida. - O tempo não corre, ele voa (em classe executiva)
Aos 15 anos, um ano parece uma eternidade. Aos 30, é um piscar de olhos. Não tenha pressa de crescer, mas tenha pressa de ser gentil com as pessoas que importam. As amizades mudam, os avós partem e os lugares se transformam.
A lição de ouro:
A vida é um rascunho constante. Não perca tempo tentando passar tudo a limpo; as rasuras são justamente o que tornam a sua história interessante.

